Se você está pesquisando se o fii pord11 vale a pena, pois este conteúdo vai te ajudar a entender melhor como o fundo funciona, seus números e os principais pontos de atenção.
A ideia aqui é simples: analisar os dados mais recentes e traduzir tudo de forma clara, direta e fácil de entender. Além disso, vamos explorar o relatório gerencial FII análise, entender como o fundo investe e avaliar se ele pode fazer sentido dentro de uma carteira.
O fii pord11 é um fundo imobiliário de papel. Ou seja, ele investe principalmente em fundos imobiliários de papel, mais especificamente em operações de investimento em CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários).
Na prática, isso significa que o fundo empresta dinheiro para empresas do setor imobiliário e recebe juros por isso. Se você ainda está começando, mas vale a pena entender melhor como investir em FIIs antes de escolher um fundo específico.
Principais números do PORD11
Antes de qualquer análise mais profunda, é importante olhar os dados:
- Cotação: R$ 8,48
- P/VP: 0,89
- Dividend Yield anualizado: 13,75%
- Rendimento recente: R$ 0,10 por cota
- Patrimônio: R$ 356 milhões
- Cotistas: mais de 46 mil investidores
- Liquidez média diária: cerca de R$ 1 milhão
- Preço justo estimado: R$ 9,57
👉 Portanto, o fundo está sendo negociado abaixo do valor patrimonial. Isso pode indicar um desconto.
Além disso, o histórico mostra pagamentos consistentes próximos de R$ 0,09 por cota, o que chama atenção para quem busca renda.
Dividendos: o PORD11 paga bem?
Sim, o fundo tem apresentado uma boa consistência.
Os dividendos mensais FIIs giram em torno de:
- R$ 0,09 a R$ 0,10 por cota
Além disso, no último resultado:
- Receita total: R$ 3,129 milhões
- Resultado líquido: R$ 3,653 milhões
- Distribuição: 100% do resultado (R$ 0,098 por cota)
👉 Ou seja, o fundo distribuiu exatamente o que gerou. Isso é comum em FIIs.

Como o fundo investe?
Segundo o relatório gerencial FII análise, o PORD11 possui a seguinte estrutura:
- Maior parte em CRI
- 9% em outros FIIs
- 22% em caixa
Atenção ao caixa elevado
Aqui está um ponto importante.
O fundo mantém cerca de 22% do patrimônio em caixa, ou seja, o que representa aproximadamente R$ 78 milhões parados.
Além disso, esse comportamento não é recente. Já aparece em relatórios anteriores.
👉 Portanto, isso indica uma gestão mais conservadora ou menos ativa.
Indexadores: CDI e IPCA
O fundo divide seus investimentos entre:
- 47% atrelado ao CDI
- 49% atrelado ao IPCA
Taxas médias:
- CDI: cerca de 4%
- IPCA: quase 10%
Dessa forma, o fundo se posiciona como um investimento de risco médio dentro dos fundos imobiliários de papel.
Além disso, o cenário de CDI elevado tende a beneficiar parte da carteira.
Movimentações recentes do fundo
Durante março de 2026, o fundo fez algumas movimentações importantes:
Compras
- CRI Açaí: IPCA + 11,8% (vencimento 2028)
- Aumento de posição em Patrimar: CDI + 3,2%
Vendas
- Zerou posição em debênture da JHSF (CDI + 1,17%)
- Liquidação do CRI Bralá (CDI + 6%, 1,7% do patrimônio)
👉 Ou seja, houve ajustes na carteira, mas nada muito agressivo.
Diversificação da carteira
Um ponto positivo do fundo é a diversificação.
- Apenas 1 ativo com maior peso: 7,5%
- Restante: abaixo de 5%
👉 Portanto, o risco de concentração é reduzido.
Além disso, o fundo investe em diferentes setores:
- Renda urbana
- Construção (Minha Casa Minha Vida)
- Residencial
- Lajes corporativas
- Hospitalar
- Loteamentos
Essa variedade ajuda a diluir riscos.
Qualidade dos ativos
O fundo também detalha cada operação:
- Nome do CRI
- Empresa devedora
- Taxa e indexador
- Vencimento
- Garantias
Isso permite que o investidor acompanhe onde o dinheiro está sendo aplicado.
E isso é essencial em investimento em CRI, já que o risco está diretamente ligado ao pagador da dívida.
Gestão: ponto de atenção
Aqui está um dos principais pontos de debate sobre o fundo.
Apesar de ter:
- Boa diversificação
- Rendimentos consistentes
- Taxas razoáveis
👉 A gestão é considerada mais passiva.
Isso fica evidente por:
- Alto nível de caixa
- Poucas movimentações relevantes
- Histórico de baixa atividade
Para alguns investidores, isso pode ser negativo.
FII PORD11 vale a pena?
A resposta depende do seu perfil.
Pontos positivos
- Bons dividendos mensais FIIs
- Carteira diversificada
- Baixa concentração
- P/VP abaixo de 1 (desconto)
- Risco moderado
Pontos de atenção
- Alto caixa parado (22%)
- Gestão pouco ativa
- Menor potencial de ganho com movimentações
👉 Portanto, a decisão gira em torno de uma escolha:
Você prefere um fundo mais ativo ou mais conservador? Ele apresenta risco moderado. Além disso, possui boa diversificação e baixa concentração.
Conclusão
O fii pord11 vale a pena para quem busca renda passiva com certa previsibilidade.
Ele entrega:
- Dividendos consistentes
- Carteira equilibrada
- Risco moderado
No entanto, o ponto central está na gestão.
👉 O alto nível de caixa pode limitar o potencial de retorno.
Portanto, a escolha depende do seu objetivo:
- Quer mais movimentação? Pode não agradar
- Prefere estabilidade? Pode fazer sentido
Este conteúdo tem caráter educativo e informativo. Não constitui recomendação de investimento. Quer continuar aprendendo sobre FIIs e investir com mais segurança? Explore outros conteúdos aqui no site e aprofunde sua estratégia.
FAQ – Perguntas Frequentes – FII PORD11 vale a pena
Sim. Os pagamentos têm sido consistentes, próximos de R$ 0,09 a R$ 0,10 por cota.
Porque a gestão mantém parte relevante do patrimônio sem investir. Isso já ocorre há algum tempo.
Principalmente em fundos imobiliários de papel, via investimento em CRI.
O P/VP de 0,89 indica que ele está sendo negociado abaixo do valor patrimonial.








